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sábado, 14 de maio de 2011

A menina que calou o mundo durante cinco minutos

Filha do Biólogo canadense David Suzuki, Severn Cullis Suzuki fundou aos 9 anos a Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente (ECO). Ficou famosa e conhecida no mundo todo em 1992, quando com 12 anos, proferiu o discurso abaixo, durante a ECO 92 – Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ocorreu no Rio de Janeiro (Brasil, 1992).

Severn Suzuki é hoje ativista ambiental, palestrante internacional, apresentadora de TV, autora e membro ativo do painel sobre Meio Ambiente das Nações Unidas. É dela também o projeto Skyfish, um site que incentiva a juventude a falar sobre seu futuro e adotar um estilo de vida sustentável.



Fonte

quinta-feira, 3 de março de 2011

Fúria Insana

A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira (Pv 15.1).
Estava escrito um jornal que um homem morreu depois de tentar dar um golpe de caratê no trem de um metrô que estava chegando à estação. Este é um exemplo extremo de como a raiva pode desenvolver uma fúria incontrolável. É difícil compreender o que pode levar uma pessoa a ficar tão nervosa a ponto de querer chutar um trem em movimento.

Nós, talvez não como este homem, também perdemos o controle emocional. Muitas vezes ficamos bravos por coisas muito pequenas, como por exemplo, uma discussão no estacionamento por uma vaga. O texto de nossa leitura hoje, conta que Deus fez nascer uma planta, para que fizesse sombra sob a qual Jonas pudesse abrigar-se. Mas logo a planta morreu e por isso ele ficou muito bravo. Ele chegou a pedir para si a morte. Este é mais um exemplo de como a raiva pode tomar dimensões maiores do que os problemas. Deus pergunta a Jonas no v.4: “você tem alguma razão para estar tão furioso por causa da planta?” E Jonas responde: “Sim, tenho! Estou furioso ao ponto de querer morrer”.

Na hora em que estamos bravos, nosso motivo parece verdadeiro. Precisamos controlar a nossa raiva para fugir dos grandes problemas que ações impensadas podem causar. Devemos tomar cuidado para não acumular a raiva, transformando-a em uma fúria descontrolada, pronta para explodir em alguém que nem culpa tem. Podemos reagir diante de um problema, mas não podemos perder o controle.

Podemos e devemos chamar a atenção de uma pessoa que nos prejudicou. Só que deve ser uma atitude sem exageros ou gritaria. Quando repreendemos alguém controladamente, nossa raiva vai desaparecendo e, na maioria das vezes, a pessoa repreendida vai entender que temos razão. Quando partimos para a discussão, criamos confusão e geralmente conseguimos somente que a outra pessoa também fique irada conosco.

Livre-se da irá descontrolada, com ela só conseguiremos ser odiados.

Ame ao teu próximo como a ti mesmo!!!!